terça-feira, 31 de maio de 2011

SAFADAS SONSAS

Naquela noite, quando estavam todos em suas respectivas casas, Rafer notou a sombra de um vulto passar pela janela do banheiro. Ele estava nu e manipulando a própria rola, quase do tamanho de seu antebraço. Depois entrou no box e abriu o chuveiro. Deixou passar uns cinco minutos e saiu do box, deixando o chuveiro ligado. Pé ante pé foi até a porta da suíte e abriu uma pequena fresta e viu apenas uma sombra se movimentando no andar de baixo. Era Janine.
No dia seguinte, aconteceu a mesma coisa com todos se divertindo na piscina da casa de Rafer e foram embora quando o sol se pôs.
Rafer tinha mencionado que ia dar um pulo no vilarejo próximo e que só ia voltar tarde da noite.
Janine ficou na espreita até ver o Miura ( estamos nos anos oitenta e este modelo de carro custava por volta de trinta mil dólares) sair da garagem cantando pneu.
Ela se esquivou até à casa vizinha e uma vez lá dentro não se importou mais de não ser vista já que estava tudo apagado e sua visão periférica se acostumara com a escuridão. Ela subiu as escadas que dava para as suítes. Com certeza por lá ela iria encontrar algo mais para furtar.
A luz foi tão forte que cegou Janine pelos próximos dez minutos deixando-a desnorteada, facilitando que fotografias fossem tiradas ao mesmo tempo em que era filmada por um sofisticado sistema de vídeo.
- Eu vi você saindo no Miura!
- Aquele era meu caseiro. Ele vai trazer o carro amanhã com o óleo trocado.
Janine está sentada numa poltrona olhando o vídeo onde ela aparece com os maços de nota aparecendo por fora do casaco. Já se passara uns cinco minutos desde que ela foi surpreendida.
- Por que você me roubou? Durante o dia eu mandei investigar você junto a seus amigos e fiquei sabendo que você é uma menina tímida e não tem hábito de roubar ou de fazer qualquer deslize. Por que então?
- Não sei, não sei! Você me irrita com toda essa riqueza... e minha irmã casada com aquele babaca riquinho! Meu pai trabalhando que nem um condenado. Minha mãe deslumbrada com tudo e aquele eterno sorriso no rosto! Minha irmã grávida e toda sorridente feliz! Aaargh! Quero morrer!
“Essa menina é realmente um estouro! Vai ficar belíssima e muito gostosa! Talvez mais que a mãe e a irmã! Pelo menos a bunda já tá igual!”
- Cala a boca diabinha! Você sabe que está em minhas mãos! Tira a roupa ou vai direto pra um reformatório. As provas estão aí, passando à tua frente! Não quero mais repetir. Tira a roupa!
- O quê! Tá maluco? Eu vou gritar que você está estuprando!
- Quer saber... não vale a pena. Está bem. Pode ir.
- Mas... mas... você queria eu tirasse a roupa, há um minuto atrás...
- É isso aí! Mas agora eu não quero mais.
- Nem nunca mais?
- Isso mesmo “nem nunca mais” - repete Rafer fazendo cara e um sorriso desdenhoso.
Janine não pensa duas vezes. Se levanta, limpa as lágrimas e com a cabeça baixa passa por Rafer sem olhar pra ele. De repente ela pára, não entendendo o que está acontecendo.
Algo perturba sua auto-estima e ela não sabe explicar o porquê.
- Vá, vá! Pode ir embora. Não vou fazer nada com você! Vá!
. Sem olhar pra nada ela sai apressada, quase correndo porta a fora, com lágrimas nos olhos. Ela nunca se sentiu tão rejeitada na vida como agora.
Sua mãe Elza, está na varanda apreciando o luar, bebericando algo, quando a vê passar.
- Onde você esteve, filhinha? Pensei que já tinha ido dormir. Aqui nesta casa tá todo mundo dormindo cedo. Também a televisão só pega um canal!
- Pois é! Por que você me trouxe pra este fim de mundo?
- Você não me respondeu... onde voce estava?
- Dei uma volta por aí, mãe! Que saco!
- Não me responda assim! Por acaso você não esteve na casa do nosso vizinho, esteve?
- Não! Claro que não!
E rapidamente Janine entrou e foi direto para o banheiro, acabar de chorar sua rejeição.
“Ai, meu deus, como sinto falta dos beijos do Beto! Queria tanto ele aqui pra me abraçar. Ah, e esse patife que me pegou roubando! Será que ele vai contar pro meu pai? Deus, deus me acuda! Isso não, ele não pode fazer isso! Tenho que devolver o relógio e a máquina de calcular que peguei ontem!”
Enquanto está pensando, Janine toma uma chuveirada e decide ir logo devolver os objetos. Ela fica observando se há movimento na casa, mas parece que todos estão dormindo, até mesmo sua mãe.
Quinze minutos depois ela chega à casa de Rafer. Ela pensa simplesmente em deixar os objetos na mesinha de centro e ir embora.
Assim, silenciosamente Janine adentra à casa e escuta sussurros e gritos vindos do salão.
Pé ante pé, ela chega até a porta e abrindo uma brecha, vê Rafer sentado numa poltrona e sua mãe, nua, sentada em seu colo de frente pra ele.
Neste exato momento, Janine se assusta com o grito que sua mãe dá. Parecendo que está com frio, começa a tremer enquanto continua urrando, e logo em seguida se inclinar totalmente pra frente, sufocando a rosto de Rafer com seus seios.
Os cheios glúteos de Elza ficam tremendo devido ao orgasmo que ela está sentindo.
Os olhos azuis de Janine se arregalam de espanto quando percebe a imensa tora de Rafer deslizar pra fora do anus de sua mãe até a parte inferior da cabeçona. Então Rafer dá um longo urro, retesando os músculos das coxas.
Ainda com as nádegas tremendo, Elza vai baixando lentamente sua rechonchuda bunda engolindo por completo todo o grosso cilindro muscular com o cusinho.
Enquanto Rafer berra de prazer, a mãe de Janine inicia um frenético rebolado até ela própria urrar de gozo, jogando o torso e a cabeça para trás.
Isto faz com que Rafer se incline pra frente, envolvendo o corpo dela com os braços e seu rosto esbarrando nos túrgidos seios.
Elza extasiado pelo orgasmo, dessa vez deixa o peso de seu corpo cair pra frente. Rafer vais se inclinando pra trás e quando sua rola dá as últimas cuspidas de gozo, ele vê de relance Janine espiando pela porta semiaberta.
A surpresa faz com que a rola dele escape de dentro do anus de Elza, deixando Janine assustada, porém inebriada, com a visão daquele enorme membro explodindo como um vulcão, parecendo impossível que estivesse acomodado até minutos atrás dentro do pequenino cusinho de sua mãe.
Quase cinco minutos depois com Elza ainda recuperando a respiração em cima de seu tórax, Rafer encara Janine e faz sinal com mão para que ela vá embora. Ele vê quando ela fecha a porta sem fazer barulho.
Minutos depois, da escuridão do deck de sua piscina, Rafer vê Elza acenar pra ele, significando que ela chegou bem em casa. Ele acena de volta e entra pra tomar um banho e descansar daquele dia cheio e da tremenda trepada com a mãe de Janine.
Quando sai do box, ele leva um tremendo susto ao encontrar Janine lhe estendendo a toalha.
Quando ele se recupera e olha mais atentamente, observa que Janine já está com as calças arriadas pelo meio das coxas e o casaco e a camisa estão abertos, revelando os belos seios que prometem cresceram ainda mais e a calcinha que lhe cobre a penugem castanha da bocetinha.
-Eu não quero... não quero... você... aqui! Vá já... pra... pra casa!
- Você está falando isso sinceramente?
- Sim, sim! Não quero complicações. Já basta eu ter me envolvido com Elza!
- Que vem a ser minha mãe, que vem a ser a esposa de meu pai! Você está encrencado mesmo!
- Pois é, é melhor você ir embora! Eu fico olhando daqui até você entrar em casa...
- Só depois que você me presentear com as coisas que eu roubei e me fizer alguns carinhos!
- Negativo! Simplesmente saia!
- Tem algo em você que não quer que eu vá embora. Mas se eu for... meu pai vai ser acordado e chamará a policia para prender você por tentar me estuprar... além de ter estuprado minha mãezinha também... é isso que ela vai alegar, não acha?
O cacete de Rafer dava pulos de tanta tesão, traindo a sinceridade que ele argumentava com a estonteante ninfeta que agora o chantageava.
- O que você quer que eu te faça?
- Primeiro... os presentes!
- Está bem... leve o que quiser.
- Quero ser lambida! Todinha! Toda lambida!
Rafer pensando consigo mesmo, sabia que já tinha resistido demais. Num gesto galhofo, ele abre os braços jogando a toalha pro lado e como se estivesse dizendo: Pronto! Aqui eu estou!
Sua protuberância endurecida expeliu duas gotinhas como prova de sua rendição. Ele se aproximou de Janine, que tentava parecer natural, mas estava tremendo e sua xotinha estava tão molhada, parecendo que ela tinha se urinado.
Rafer a beijou suavemente, aspirando todo o odor virginal que exalava daquele corpo juvenil. Ele a levou no colo até a cama sem desfazer o beijo.
Janine respirava descompassadamente e se movia sensualmente ao abraço dele. Sem delongas, ele arrebentou as laterais da calcinha, deixando que ela caísse pelo caminho.
Rafer parou com o beijo para render homenagem com a boca nos rosados mamilos e fazer Janine gemer alto de prazer, sentindo pela primeira vez a boca de um homem nos seus seios.
Durante quase uma eternidade que Rafer acariciou os seios e mamilos da filhinha de Elza, uma de suas mãos acariciava ao mesmo tempo, toda a extensão da lábia vaginal.
Janine gemia, dava risadinhas e choramingava, tudo ao mesmo tempo. Suas pequenas mãos, ora acariciavam os cabelos de Rafer, ora as próprias coxas. Ou então as levava até aos lado da cabeça e puxava suavemente os cabelos castanhos aloirados.
Janine sabia que estava literalmente e psicologicamente nas mãos daquele homem. O cheiro , a pele, as mãos lhe acariciando a proximidade do corpo, o odor do enorme penis que lhe chegava as narinas, ocasionando que suas papilas enchessem sua boquinha de saliva, tudo, mas tudo mesmo, fazia ela flutuar num mar envolvente de pura luxuria.
Rafer, sem parar de lhe acariciar a xaninha, a fez virar e ficar de bruço. A robusta e doirada nádega brilhou em suas pupilas. Janine obedeceu, sem saber como dobrou as pernas, ficando os joelhos apoiados no colchão, como também seu rosto e o busto. Sua bundinha estava empinada no ar. Isto tudo aconteceu sem Rafer parar um momento sequer de dedilhar a xotinha da bela ninfeta.
Janine guardou para sempre na memória o exato momento daquela primeira vez que gozou, quando sentiu a primeira palmada lhe ser aplicada na bunda.
Tudo explodiu com o som seco da palma da mão de Rafer na pele sedosa de suas nádegas. Ela ficou cega com o brilho do orgasmo, como se fossem raios que explodiam ao som das palmadas que Rafer lhe aplicava.
- Está gozando, sua safadinha, está? Goza, goza, putinha sem vergonha! Você vai se viciar com minhas palmadas... e só assim vai gozar! Você vai implorar pra levar palmadas na bunda de hoje em diante, sua santinha safada!
E em pensamento, Janine respondia “ Sim, sim! Bate! Bate mais... bate mais, mais, mais! Bate mais forte! Mais forte... até eu morrer gozando!”
Nessa mesma noite, Janine aprendeu como fazer um homem gozar em sua boca e rebolar com uma rola no cusinho, do mesmo jeito que sua mãezinha.

Algo extremamente inovidável está acontecendo com Lúcia. Já ouvira falar de sexo anal, de "dar o cuzinho" e outros termos, porém nunca fora induzida a experimentar por Valter e agora, alí, nas mãos de um estranho que tem os dois mais grossos dedos inseridos em seu cuzinho, ela a caminhar pelo caminho sem volta da sodomia. Um novo e estranho prazer, seu subconsciente vai gravando as ondas luxuriosas como faíscas que lhe comandam os neuronios a aceitar a intrusão de um penis em seu canal anal.
O desejo vai se tornando incontrolável ao ponto de Lúcia se odiar por se forçar a não pedir que o sr. Rafer a possua. Esta angustia de querer a satisfação imperiosa do desejo, mas não querer demonstrar, faz Lúcia arfar alto enquanto duas lágrimas saem de seus olhos.
Rafer percebe a aflição de Lúcia, enquanto remexe lentamente seus dedos no orifíco rosado do cuzinho dela. Ele pensa que ela provavelmente se sente incomodada ou que lhe esteja machucando.
- Relaxa, putinha linda...se estou te machucando, eu páro. É isso? Tô te machucando? - Enquanto fala, Rafer suaviza os movimentos dos dedos e até faz menção de retirá-los. Ao sentir isso, Lúcia involuntariamente reteza o esfinter e Rafer sente a pressão nos dedos.
-Não pára...não!...Continua...- Sussura Lúcia, voltando o belo rosto para encarar, um meio surpreso, Rafer. Com a mão livre, Rafer acaricia o rosto dela, lhe enxuga as lágrimas com o polegar e cola sua boca na dela. Novamente Lúcia põe todo seu desejo na maneira desesperada de beijar.
-Calma! Calma! Aproveite o gosto de minha língua e de minha saliva bem devagar...Assim...- e novamente seus lábios se encontram e a língua e prontamente sugada pelos polpudos lábios de Lúcia. Instintivamente ela procura pela enorme verga de Rafer que está como uma Naja, próximo a mesa, a qual ela está em cima e de quatro. Lúcia apalpa aquela cobra pelo pescoço e sente a quentura que há na textura rígida daqiuele músculo e que passa a ser agora todo objeto de desejo de sua vontade. Rafer sente o apalpamento cálido da mão de Lúcia e seu penis responde despejando umas gotas de pré-semem.
Rafer desgruda sua boca dos lábios de Lúcia que abre os olhos e os direciona logo a seguir para ver o que ela está segurando firmemente! Rafer carinhosamente leva sua mão até a nuca dela, lhe acariciando os sedosos cabelos castanhos e com gentil persuação baixa a cabeça dela em direção ao seu imenso caralho! Como já foi dito, o caminho sem volta da sodomia continuava seu curso e Lúcia se ajeitando em melhor posição sabe que só tem uma coisa a fazer para continuar aquele caminho...sua cavidade bucal engole de uma só vez a cabeçorra e tenta engolir o resto da picona como se fosse uma bezerrinha esfomeada pela teta da mãe! Rafer urra de prazer e procurar controlar a respiração. O entusiamo dos lábios e boca de Lúcia por sua tora não é própria para o seu libido, assim ele com voz entrecortada lhe ordena;
-Devagar... devagar minha franguinha! Péra aí! Vem...cá! Desce da mesa...assim, assim! Upa! Isso... agora...faça como achar melhor...até mamar todo meu leitinho...com a...boquinha!! - Lúcia ajoelhada, sentada nas próprias panturrilhas vai engolindo devagar o grosso pênis de Rafer, tendo os olhos semi-cerrados de adoração pelo músculo aveludado que de tempos em tempos lhe derrama algumas gotas de pré-semem na língua! Lúcia exulta de satisfação e prazer! Jamais imaginaria que dando prazer a um homem ao acariciar-lhe o pênis, pudesse ela mesma se sentir totalmente mulher, totalmente safada com total liberdade de se entregar voluntariamente como puta a um homem que sabia fazê-la sentir-se femea e saciada de todas as luxuria imagináveis!!
Rafer acaricia a cabeça de Lucia dando ritmo a felação, incentivando-a a manter o máximo possível de sua vergona na boquinha daquela esposinha infiel. Lúcia como já descrito, acaricia parte da rola de Rafer que não consegue engolir e instintivamente, com a outra mão, procura pelo seu próprio grelinho que exige carinho. Ao primeiro toque o prazer é tanto que ela arfa com o ardor sem tirar a rolona de dentro da boca e bastante saliva escorre pra fora derramando pelo seu queixo e indo cair em seus fartos seios, ao mesmo tempo que sua mãozinha treme em cima da bocetinha, já toda melada.
Nisso, o interfone toca! Lucia arregala os olhos, mantendo os lábios em rodaor da rola de Rafer. Refeito do susto, ele pressiona suavemente a cabeça dela de encontro a sua virilha, indicando que ela continue com a felação.
-Dr. Rafer, o Valter e o pai de Lúcia estão aqui esperando por ela!...- Rafer, inclinando-se para mesa, aperta a tecla de resposta e responde:
- Eu a... mandei até o.... almoxarifado apanhar... os... últimos arquivos - consegue dizer Rafer ante a forte sucção dos lábios de Lúcia em sua rola! - A Lúcia vai ficar mais um tempo para esclarecer certos números. Os outros dois podem ir embora! - Conseguiu falar ele de uma vez só.
- Mas, Dr. Rafer, o Valter está implorando pra dar uma palavrinha com o senhor...
-Negativo! - Responde Rafer. Mas, nesse momento, Lúcia pára de chupar-lhe a cabeçorra do pau e cinicamente lhe encarando nos olhos, diz;
-Deixa ele entrar e me ver fazendo isso com voce!! - Alguma coisa passa pela mente de Lúcia que de repente todas as fantasias reprimidas transbordam por cada poro de seu magnifíco corpo que ela quer agora que seja usado e exibido! A exibição parece que é o seu mais forte motivo de excitação. Rafer, surpreso, lhe olha nos olhos e resiste am não ceder o que lea propõe, enquanto ela agora massageia sua piroca entre os seios!!
-Não! Assim é loucura!!...e ele pode ter um ataque histérico!! Vai ser um tremendo escandâlo! Fica quieta até eles irem ambora que voce ainda vai ter toda rola que quiser!!
-Dr., por favor...eu estou pegando fogo!! Nunca eu me senti assim...tão excitada...tão...tão puta!!- Ao dizer isso, Lucia baixou os olhos envergonhada pra logo após completar.
-Olha Dr., vou ficar embaixo da escrivaninha...Valter não vai me ver...e o senhor se senta à minha frente...e aí, lhe imploro, fale com meu maridinho...bem ríspidamente...bem brabinho...por favor Dr....faz isso...faz!
- Está bem! manda eles entrarem. Ou melhor, só o Valter...
Valter encontra Rafer sentado com os ante-braços apoiados no tampo da escrivaninha. Embaixo, Lúcia tira-lhe o mocassin e puxa o peito do pé de encontro a sua xaninha e volta sua atenção `a rola de seu patrão, sugando avidamente a arroxada glande!
-Dr. Rafer eu queria me descul...
-Já chega! Já conheço esta ladainha! Se só veio dizer isso, pode sair, porra! Meu ouvido não é penico!
-Mas Dr. eu só queria dizer que a minha esposa, a Lúcia, não sabia de nada!
- Não sabia de nada é o caralho, porra!! Deixa de babaquice, Valter. Tu roubou! Voce é um ladrãozinho de merda!! Santo de pau ôco de merda! Vem com essa cara de pau, cheia de falsidade, pedindo desculpas! Vá se fuder, rapaz! Se arranca!!
-Dr., não me trate assim...me respeite - um aturdido Valter reuniu toda sua coragem pra dizer isso. - A farsa que Rafer está fazendo não o faz sentir tanto a gulosa cada vez mais frenética que a esposinha de Valter está lhe fazendo embaixo da escrivaninha. Na verdade, Rafer sentiu uma súbita super-excitação em maltratar o corno maridinho da bela mulher que lhe engole a metade da pica com sofreguidão!
- "me respeite" é o caralho!! Tu vai fazer o quê, ó merdinha!! Escuta bem, ó macho de butique! Eu vou conservar a tua mulherzinha aqui na firma, falou? Sabe por que? - Valter, um pouco assutado e curioso, balança a cabeça afirmativamente - Quer mesmo saber, ó babaca?
-Sim! sim... ela é inocente. Agradeço pela chance que o senhor vai lhe dar...
- Ela só vai ter essa chance...porque ela é muito...muito...gostosa!! - Rafer sente maravilhado que os lábios da esposinha de Valter, encostam na sua virilha e na base do seu saco escrotal. Ela estava com toda, inteira extensão, de sua rola dentro da boquinha e mantendo-a assim por alguns bons segundos! -...escutou, mané? A tua mulherzinha...vai se manter...no...emprego...porque vou querer...olhar...aquela bundinha...redondinha dela!!...e enquanto... eu não enjoar... ela fica! e ela só...vai...sair...se...se..eu, eu...quise, `tendeu?
Valter, no começo se surpreende pelo que está ouvindo. No segundo momento pensou que estava tendo um pesadelo. Depois se tocou inteiramente do que o Rafer estava lhe dizendo. Aí, sua pressão subiu. Não sabia se atacava aquele filho da puta ou se saia correndo dali. Por um segundo ele quase deu um passo a frente, mas ponderou as consequencias. Ninguém iria acreditar no que le dissesse, se ele saisse vencedor de alguma tragédia!
Rafer via os olhos de Valter se arregalarem e gotículas de saliva pularem de sua boca, enquanto uma vermelhidão ia lhe cobrindo o rosto!
-...e tu vai... ficar quietinho...bem...bonzinho com...a situação, tá ouvindo?Voce,...ficando...belezinha...quietinho...eu...não...não vou...não vou...te atrapalhar...se...se...voce...arranjar... outro emprego. E eu... vou ficando... com...tua...esposinha..aqui...trabalhando e...desejando...a bundinha...a bundinha...dela, tá...bém? Agora...sem rebolar...se arranca! Sai...voce e o pai dela...pela saida lateral...pra..que..os outros..não vejam a dupla...de...ladrões que...voces são!
Valter, é todo ódio, mas sua covardia é mais forte. Ele se dirige pra porta quando Rafer ainda lhe fala pela última vez.
- Ó bestalhão! Tu já...já comeu o cuzinho...dela?!!
Aquilo foi pior que um chute no saco de Valter. Ele tem ímpetos de dar meia-volta e matar aquele cara que tanto lhe insulta. Mas ao encarar Rafer, sente que o outro o encara mais firmemente, tendo um cínico sorriso nos lábios, pois acabara de gozar na boquinha da sua esposinha que um segundo antes também gozara esfregando sua xaninha no peito do pé de Rafer, escutando seu corninho ser esculachado, humilhado e insinuado de ser corno...e corno manso!! Aquilo foi a glória pra Lucia!
Quando a porta se fecha à saída de Valter, Rafer se agacha e suavemente puxa Lúcia pelos braços que está em ligeiro estado letargíco. Ele a chama por seu nome e aos poucos os verdes olhos de Lúcia se entreabrem, mostrando os alvos dentes e pequenos montes de semem espalhados pelos lábios, face e queixo. Lúcia, de repente, retoma sua real personalidade e solta um grito de aflição. Rafer, de súbito, sabe o que vem a seguir e age rápido. Lhe esbofeteia na face! Lucia fica um pouco em estado de choque.
-Quieta, vagabunda! Veste tua blusa...somente a blusa! Tira a mão do rosto! Não limpa pôrra nenhuma!! Vai até a janela e quando o corno de teu maridinho sair, chama por ele e diz que voce ficar até mais tarde...me dando o cuzinho!! - Lucia arregala os olhos e o pânico aparece em seu lindo rostinho afogueado.- Deixa de ser bôba, ó putinha! Diga o que voce quizer! Mas que voce vai levar rola no cuzinho, isso vai!!
Rafer posiciona a mesa a cerca de um metro da janela de modo que ele se encoste nela e faz com Lucia encaixe sua turgida rolona entre as nádegas dela. Em seguida, acariciando-lhe a xaninha, ele encosta a boca na orelha dela e sussura:
-Agora se inclina pra frente pra que eles, lá de baixo te vejam do busto pra cima.
Lúcia, novamente, começa a se sentir estranha. O calor de luxuria vai se aumentando por todo seu corpo. Ela sente o arquejar de Rafer ao mesmo tempo que ele faz um suave sobe-e-desce com a tora entre suas nádegas e todo aquele pensamento de ser sodomizada toma conta de seu ser. Ela luta para não ceder, para resistir, mas a quentura daquela imensa rola aveludada lhe faz lembrar o cheiro do orgasmo que tivera minutos atrás. Lucia passa a língua em volta dos lábios e saboreia o resto de esperma que encontra.
-Vou deflorar voce agora...- A voz suave de Rafer encoar no ouvido dela - Voce vai ter o maridinho te olhando enquanto minha rola vai se agasalhar no teu cuzinho, minha bela!
Lúcia ainda resiste pelo inusitado da situação, mas ao mesmo tempo toda a expectativa que Rafer lhe descreve, só lhe faz desejar imensamente que aquilo se torne real; ter a rola de um homem estranho em seu cuzinho enquanto é observada por seu marido! A antecipação é tão intensa que sua vagina arde de tezão e dor. A imagem que ela pressente de ver os chifres de seu maridinho cresceram a sua frente, é algo fantasticamente orgasmico para ela que sempre guiara seus valores morais pelos dogmas de sua igreja protestante. Vinha-lhe a mente agora, quantas vezes ela espanou da mente pensamentos de ser possuída por pelo menos uns dois pastores que ela sentira tezão! No meio destes pensamentos, ela sente a rombuda glande da tora de Rafer forçar lentamente a entrada de seu anus. Automaticamente ela se reteza como tinha feito anteriormente quando levou os dois dedos no cuzinho.
-Vem minha...putinha...relaxa...mas vem...devagarinho...assim...assimm!
O desconforto da passagem da glande inteiramente pelo seu anelzinho é compensado pelas palavras que Rafer lhe diz ao ouvido. Lucia aspira o ar profundamente enquanto espera seu cuzinho ir se acostumando com aquela gentil expansão.
- Já passou...toda a...cabeça...Mais um...pouquinho...vai...vai...assiiimm, sem medo...minha putinha...bundundinha...gostosa!...assiiimmm, aaahhh...
Lúcia não sabe o quanto de rola seu cuzinho já engoliu, mas agora o desconforto é mínimo e Lúcia sente que a libidinagem passa ser a fomentadora de sua total excitação e futuro orgasmo. A imagem dela estar ali esperando seu marido passar embaixo da janela enquanto um outro homem a sodomiza, é toda libidinagem que ela mais deseja!
Com um pouco mais da metade da rola de Rafer agasalhada no reto, Lúcia lentamente ensaia um curto vai e vem, percebendo que quanto mais longo, vai se acostumando com o desconforto, que ela espera que desapareça logo, logo! Então ela vê o topo da cabeça de seu pai e de seu marido, que na sua luxuria, acha que realmente vê duas protuberancias a crescer!
-Valter! Valter...amor! Aqui em cima!! O Dr. Rafer...quer...que...eu...aaahhh...lhe dê algumas...aããã...informa..ções. Acho...que...nãããooo serei...despedidaa...
Valter não sabe porque, mas aquelas reticencias na fala de Lúcia não lhe é estranha, mas no momento não sabe discernir, pois ainda está abalado com tudo que acontecera e principalmente pelo que Rafer tinha lhe dito. Valter vê sua bela esposinha na janela, um andar acima e começa um dialógo. Ele nota que ela está um pouco agitada - Provavelmente pela estressante situação, pensa ele - e responde-lhe que está tudo bem...que ele a espera em casa.
-Voce...não vai...se...incomodaaaar...de..eu..de eu...fazer isso com o...o...Dr....Raaafer, né? ...dele ficar...pegando...no...meu pé, ficar...atrás de mim...né?
-Não, meu amor! Está tudo bem. Se ele vai te manter no emprego é lógico que ele vai te "apertar", vai ficar no teu calo, atrás de voce o tempo todo! Quando acabar, telefona que eu venho te buscar! Um beijo!
- Eeespeeeera...tá tão...bom...eu...conversar...com voce...enquanto o Dr. Rafer...nãããooo vem!- Lucia já está acostumada em ter toda a rola de Rafer em seu canal anal e gagueja toda vez que os pentelhos dele se encostam em sua bunda. Por sua vez, Rafer cautelosamente faz o vai e vem da posse do cuzinho de Lucia, aproveitando o máximo da ligeira tremendeira de excitamento e nervosismo que Lúcia deixa transparecer da cintura pra baixo.
-Chega, putinha! Manda o corno ir embora! Quero voce só pra mim agora!!
-Tchau amor...o Dr. Rafer já..chegooouu...e já....estááá...atrás de...miiimm!!
Com um adeus, Valter vê sua Lucinha recuar em vez de se virar e sair andando. Será que ela já dando a bundinha pra ele!! Não, impossível! - pensa ele- A Lúcia iria gritar, lutar! E ela não estaria tão controlada, como agora. Não, não! Impossível! Estou pondo coisas em minha cabeça!- finaliza seu pensamento.
-Vai Dr....vai! Empurra...meu cocozinho...pra dentro!- Lucia se abandona inteiramente ao abraço de Rafer, jogando os braços por sobre a cabeça, enquanto Rafer lhe morde a curva do pescoço e entre e sai do cuzinho daquela esposinha infiel.

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